“Estamos entusiasmados com a possibilidade de oferecer outra opção às pacientes.
| Aspeto | Resposta masculina | Resposta feminina | Implicação terapêutica |
|---|---|---|---|
| Foco da disfunção | Mecânica da ereção | Desejo e excitação subjetiva | Fármacos vasodilatadores são menos eficazes |
| Modelo de resposta | Linear e previsível | Cíclico e contextual | Abordagem biopsicossocial necessária |
| Influência hormonal | Testosterona estável | Ciclo menstrual e menopausa | Terapêutica hormonal pode ser indicada |
| Impacto emocional | Desempenho e ansiedade | Intimidade e vínculo afetivo | Terapia de casal frequentemente recomendada |
As mulheres sofrem bastante com a falta de libido, e praticamente em silêncio, por uma condição estigmatizada, e muitas
Bem como daquelas que padecem da síndrome do desejo sexual hipoativo. O Vyleesi, que é o nome comercial do bremelanotida, chega ao mercado em forma de caneta injetável. E deverá ser injetado na coxa ou no abdómen 45 minutos antes da relação sexual. Que pala pelo uso mesmo quando a mulher ingeriu bebidas alcoólicas. A empresa AMAG Pharmaceuticals, que é responsável pelo viagra feminino, alerta que o Vyleesi não devera ser administrado constantemente, mas apenas quando necessário. delas não sabem que é tratável”, refere Julie Krop, diretora médica da AMAG, em declarações ao The New York Times.
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Viagra Genérico | 150mg | 90 + 6 comprimidos | 147.18€ 140.17€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 360 + 30 comprimidos | 470.93€ 448.50€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 30 + 2 comprimidos | 83.07€ 79.11€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 30 + 6 comprimidos | 64.09€ 61.04€ | |
| Viagra Professional | 100mg | 10 comprimidos | 44.09€ 41.99€ | |
| Viagra Genérico | 200mg | 10 comprimidos | 40.96€ 39.01€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 10 comprimidos | 36.93€ 35.17€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 110 + 9 saquetas | 284.63€ 271.08€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 30 + 5 saquetas | 115.76€ 110.25€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 20 comprimidos | 40.52€ 38.59€ | |
| Viagra Genérico | 25mg | 20 comprimidos | 37.74€ 35.94€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 120 + 16 comprimidos | 198.37€ 188.92€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 120 + 8 comprimidos | 177.58€ 169.12€ |
Acrescentado ainda que o Vyleesi estará disponível para venda no mercado norte-americano a partir de setembro.
O Viagra teve uma consequência social importante, ao transformar a forma como os homens (e os casais) encararam a sexualidade, adiando prazos fisiológicos por um lado, resolvendo problemas de saúde, por outro. A indústria farmacêutica está a manipular os efeitos dos ciclos naturais (andropausa e a menopausa) mas o desequilíbrio entre a resposta a homens e mulheres é grande. O movimento Even The Score sublinha a desigualdade e exige mais investimento no desenvolvimento de terapias para mulheres. Este grupo já reuniu mais de duas dezenas de milhares de assinaturas numa petição online que pressiona a FDA a libertar este (e outros) medicamento para o mercado. No manifesto pode ler-se que “há 26 tratamentos [para a disfunção sexual] disponíveis para homens e nenhum para mulheres”.
E sublinha: “Quando nos concentramos na mulher, toda a família beneficia”. O Egito se tornou o primeiro país árabe a autorizar a produção e venda de uma droga destinada a aumentar a libido feminina. A jornalista Sally Nabil, correspondente da BBC, investiga se há mercado para o medicamento em um país tão conservador socialmente. "Fiquei sonolenta e tonta, e meu coração estava acelerado." Foi assim que Leila (nome fictício) se sentiu depois de tomar seu primeiro comprimido de Flibanserin, o chamado "Viagra feminino". O uso do medicamento foi autorizado pela primeira vez nos EUA há quase três anos, e agora está sendo fabricado no Egito por uma empresa farmacêutica local.
Leila é uma dona de casa conservadora na faixa de 30 anos. Ela prefere não revelar a identidade, assim como outras mulheres, uma vez que falar sobre problemas e necessidades sexuais ainda é um tabu no Egito. Após quase 10 anos de casada, ela diz que decidiu tomar o medicamento "por mera curiosidade". Leila, que não tem problemas de saúde, comprou o remédio sem receita médica - uma prática muito comum no Egito, onde as pessoas podem adquirir diversos medicamentos sem receita. "O farmacêutico me disse para tomar um comprimido todas as noites por algumas semanas. Existem ainda alguns efeitos secundários que devem ser tidos em conta, como acontece com qualquer medicamento.
| Especialidade | Onde consultar | O que esperar | Encaminhamento necessário |
|---|---|---|---|
| Medicina Geral e Familiar | Centro de Saúde | Avaliação inicial e exclusão de causas orgânicas | Consulta direta sem encaminhamento |
| Ginecologia | Hospital público | Avaliação hormonal e do pavimento pélvico | Encaminhamento pelo médico de família |
| Psiquiatria | Hospital público ou privado | Avaliação de depressão e ansiedade | Encaminhamento pelo médico de família |
| Sexologia Clínica | Consulta privada ou hospitalar | Abordagem integrada do casal e terapia sexual | Encaminhamento ou marcação direta |
Neste caso, vão da dor de cabeça ao rubor.
O grupo acusava a FDA de preconceito de gênero por nunca ter aprovado uma droga para problemas femininos. Os homens, por sua vez, contavam com 26 (algumas, como o Viagra, com efeitos colaterais graves, como interação perigosa com outros remédios). Coincidência ou não, meses após o barulho, a FDA aprovou a flibanserina. “Criou-se um precedente perigoso que sugere que uma campanha agressiva de relações públicas é parte do processo de aprovação”, diz Leonore Tiefer, líder do grupo The New View Campaign, que acusa a Even the Score de mudar os critérios de aprovação de drogas, de científicos para políticos. Não há previsão, porque a Anvisa não informa se o processo está em andamento.O mecanismo de ação do Addyi permanece desconhecido, sua eficácia polêmica e há efeitos colaterais importantes.
Ele pode provocar quedas de pressão e desmaios e não deve ser combinado com álcool. Mas também é possível olhar pelo lado cor-de-rosa da questão. A repercussão pode despertar as mulheres para conhecer a própria sexualidade. “Que elas possam ter mais prazer, com ou sem medicamentos.” O Viagra foi posto à venda em 1998 e concretizou a promessa de resolver (ou ajudar a resolver) os problemas de disfunção erétil nos homens de meia-idade. Em simultâneo, cientistas e empresas farmacêuticas têm procurado uma fórmula para o correspondente feminino — a diminuição do desejo sexual particularmente associada à fase pré-menopausa.
A Sprout Pharmaceuticals anunciou uma nova submissão à FDA (Food and Drug Administration, a entidade governamental norte-americana que regula os medicamentos, cosméticos e alimentos) de uma droga chamada flibanserina, um medicamento não hormonal para toma diária destinado a contrariar a falta de desejo sexual feminino. Não é a primeira vez que a Sprout Pharmaceuticals propõe a flibanserina à FDA, mas tem sido recusado devido à falta de prova de eficácia e efeitos secundários, nomeadamente sonolência, fadiga, tonturas e náuseas. Importa esclarecer que a expressão “Viagra para mulheres” refere-se ao efeito (estimulação sexual) e não ao princípio ativo do medicamento. Enquanto a sildenafila (princípio ativo do Viagra) tem um efeito vasodilatador, “a falta de desejo sexual nas mulheres no período que antecede a menopausa é explicado por alterações nos neurotransmissores”, de acordo com Stephen Stahl, professor adjunto de psiquiatria da Universidade da Califórnia. A flibanserina permite a regulação desses processos. Sendo que nos testes clínicos, 40% das mulheres sentiram náuseas.
Existe ainda o escurecimento de partes da pele e das gengivas, algo que não desapareceu, depois do final do tratamento, em 1% dos casos do estudo.
E disse que não haveria efeitos colaterais", diz ela. "Meu marido e eu queríamos ver o que aconteceria. Tentei uma vez e nunca mais farei isso novamente." As taxas de divórcio estão aumentando no Egito, e algumas reportagens da imprensa local atribuem a problemas sexuais entre os casais. A fabricante local de Flibanserin diz que três em cada dez mulheres no país têm baixo desejo sexual. Mas esses números são apenas estimativas aproximadas - é difícil encontrar estatísticas deste tipo no país.
"Este tratamento é muito necessário aqui - é uma revolução", diz Ashraf Al Maraghy, representante da empresa. Maraghy diz que a droga é segura e eficaz e que qualquer sintoma como tontura e sonolência vai desaparecer com o tempo - mas muitos farmacêuticos e médicos discordam. Um farmacêutico entrevistado pela reportagem avisou que a droga poderia baixar a pressão arterial para "níveis alarmantes" e poderia ser problemática para pessoas com doenças cardíacas e hepáticas. Murad Sadiq, que administra uma farmácia no norte do Cairo, diz que sempre explica os efeitos colaterais para os clientes, mas que "eles ainda insistem em comprar" a droga. "Cerca de 10 pessoas por dia chegam aqui para comprar o remédio.
As mulheres são muito tímidas para pedir preco receita comprar viagra portugal isso." Dentro da farmácia de Sadiq, reparei em um anúncio que se referia ao Flibanserin como "pílula rosa". Uma versão feminina da "pílula azul" - termo usado para fazer referência ao Viagra para homens. Mas o fabricante diz que a expressão "Viagra feminino" é imprecisa. "A mídia apresentou esse nome, não fomos nós", diz Maraghy. Enquanto o Viagra trata a disfunção erétil, melhorando o fluxo sanguíneo para o pênis, o Flibanserin foi desenvolvido como um antidepressivo e aumenta o desejo sexual, equilibrando substâncias químicas no cérebro. Leia ainda: Afinal, espreitar o telemóvel da cara-metade faz bem à relação A FDA alerta ainda para a possibilidade de aumento da pressão arterial e redução significativa dos níveis de naltrexona. O que faz com que o viagra feminino não seja indicado para mulheres com pressão alta, dependentes ou com doenças cardiovasculares.
A Food and Drug Administration (FDA) autorizou ontem a comercialização do Flibanserin, o primeiro “Viagra” feminino, destinado a mulheres que ainda não estejam na menopausa e tenham falta de desejo sexual, noticiou a “Lusa”.
"'Viagra feminino' é um termo enganador", diz a terapeuta sexual Heba Qotb, que se recusa a prescrevê-lo a qualquer uma de suas pacientes. "Nunca vai funcionar com uma mulher que sofre de algum problema físico ou psicológico", acrescenta. "Para as mulheres, o sexo é um processo emocional. Uma mulher nunca vai conseguir ter um relacionamento íntimo e saudável com o marido se ele a maltratar. Qotb diz que a eficácia do Flibanserin é muito pequena e não vale a pena o risco.
Leila afirma que conhece muitas mulheres "que pediram o divórcio após o relacionamento sexual ter azedado como resultado da tensão acumulada no casamento". "A redução da pressão arterial é um efeito colateral muito sério", adverte. As mulheres egípcias ainda têm um longo caminho a percorrer antes de se sentirem à vontade para falar sobre suas necessidades sexuais. "Se o seu marido é sexualmente fraco, você vai dar apoio e ajudar ele a procurar tratamento, contanto que ele seja um parceiro amoroso. Mas se você tem um marido abusivo, definitivamente vai perder todo o interesse nele, mesmo que ele seja bom na cama.
Embora ainda esteja no início, Sadiq, o gerente da farmácia, diz que as vendas de Flibanserin foram muito promissoras até agora e acredita que vão aumentar. Mas Qotb, a terapeuta sexual, está muito preocupada com as possíveis consequências dentro dos casamentos. "Quando um homem não perceber nenhuma melhoria no impulso sexual da esposa, mesmo que ela tenha tomado as pílulas, ele vai culpá-la - em vez de culpar a droga ineficiente ou o relacionamento que eles têm. Ele pode até usar isso como desculpa para terminar." Depois de algumas rejeições e de outros tantos conflitos e polémicas, eis que aqueles que é conhecido como viagra feminino foi finalmente aprovado. A Food and Drug Administration (FDA), a agência norte-americana de controlo alimentar e de medicamentos, deu luz verde à injeção que melhora o desejo sexual de mulheres na pré-menopausa e menopausa.