Os preços por comprimido partem dos seguintes valores: Viagra 25 mg: disponível em embalagens de 4, 8, 12, 24, 36 ou 48 comprimidos, com preços a partir de 14,09 € por unidade. É a dose terapêutica mínima, geralmente indicada em situações específicas, como insuficiência hepática ou renal grave e utilização de determinados medicamentos em simultâneo. Viagra 50 mg: disponível em embalagens de 4, 8, 12, 24, 36 ou 48 comprimidos, com preços a partir de 14,97 € por unidade. É a dose inicial mais habitual e, desde 2025, a única que pode ser dispensada sem receita nas farmácias portuguesas, mediante triagem farmacêutica obrigatória. Viagra 100 mg: disponível em embalagens de 4, 8, 12, 24, 36 ou 48 comprimidos, com preços a partir de 15,27 € por unidade.
É a dose mais elevada, indicada quando a dosagem de 50 mg não produz o efeito pretendido, sempre com orientação médica. Para uma alternativa mais económica, as versões genéricas com sildenafil estão igualmente disponíveis na Apomeds, em embalagens de 4, 8, 12, 24, 36 ou 48 comprimidos. Neste caso, os preços por unidade partem de: Sildenafil 25 mg: a partir de 5,86 € por comprimido; Sildenafil 50 mg: a partir de 6,07 € por comprimido; Sildenafil 100 mg: a partir de 6,28 € por comprimido.
| Produto | Dosagem | Quantidade + Bónus | Preço | |
|---|---|---|---|---|
| Viagra Genérico | 200mg | 20 comprimidos | 61.69€ 58.75€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 60 + 4 comprimidos | 111.25€ 105.95€ | |
| Viagra Original | 100mg | 4 comprimidos | 40.94€ 38.99€ | |
| Viagra Oral Jelly | 100mg | 63 + 7 saquetas | 190.54€ 181.47€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 10 comprimidos | 36.93€ 35.17€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 180 + 8 comprimidos | 158.82€ 151.26€ | |
| Viagra Super Active | 100mg | 30 + 6 comprimidos | 64.09€ 61.04€ | |
| Viagra Genérico | 100mg | 270 + 10 comprimidos | 270.47€ 257.59€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 270 + 8 comprimidos | 198.48€ 189.03€ | |
| Viagra Genérico | 150mg | 30 + 2 comprimidos | 72.32€ 68.88€ | |
| Viagra Genérico | 50mg | 30 + 4 comprimidos | 54.26€ 51.68€ | |
| Viagra Genérico | 25mg | 90 + 6 comprimidos | 105.03€ 100.03€ | |
| Viagra Soft Tabs | 100mg | 120 + 8 comprimidos | 232.21€ 221.15€ |
Estes valores devem ser interpretados como preços indicativos, uma vez que o custo varia consoante a quantidade escolhida. Por isso, antes de concluir a compra, convém confirmar o preço total da embalagem, o preço unitário e as condições incluídas no serviço.
A principal diferença está no preço, sendo geralmente mais acessível. Para mais detalhes sobre as diferenças entre o Viagra original e o genérico, consulte a secção anterior. Embora existam várias alternativas ao Viagra, nenhuma opção deve ser escolhida apenas com base no preço ou na rapidez de ação. A disfunção erétil pode estar relacionada com problemas nos vasos sanguíneos, fatores hormonais, psicológicos ou medicamentosos, pelo que a avaliação profissional é essencial para definir o tratamento mais seguro e adequado. Viagra e os seus genéricos passam a ser vendidos sem necessidade de receita médica.
ProtocoloEF Sildenafil_GuiaApoio_Checklist_CartãoDispensaEF (Versão 1.3) [Protocolo comprar viagra farmacia online de dispensa]. Aconselhamento sobre as melhores soluções a serem implementadas a nível técnico e de recursos humanos, otimizando o investimento; Acompanhamento de todo o processo de implementação do projeto incluindo os requisitos de pré-instalação; Solucionamento de eventuais problemas e/ou alterações solicitadas; Acompanhamento pós-projeto na implementação ou tradução de métodos anteriores para os novos métodos de análise; Acompanhamento na otimização dos métodos e consequente implementação do controlo de qualidade necessário. Se está interessado em receber uma cotação dos nossos serviços ou obter alguma informação adicional, daremos seguimento ao seu pedido num prazo máximo de 24 horas. O Infarmed- Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde já autorizou a venda do Viagra, na dosagem de 50 mg, sem necessidade de receita médica, mantendo, no entanto, a exclusividade de comercialização nas farmácias comunitárias. A decisão abrange todos os medicamentos cuja substância ativa seja o sildenafil, ou seja, também os seus genéricos, permitindo que passem a ser classificados como medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM).
O Infarmed já publicou o protocolo que oficializa a medida e autoriza os laboratórios a comercializá-los sob essa nova classificação. Esta medida já está em vigor noutros países europeus como, por exemplo, a Noruega, Suíça, Polónia, e o Reino Unido. No caso britânico, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde justificou a decisão, implementada em 2017, com base numa consulta pública, bem como na avaliação de que os benefícios da acessibilidade do medicamento superavam os potenciais riscos. Além de facilitar o acesso ao tratamento da disfunção erétil, o objetivo era incentivar os homens a procurarem cuidados médicos e a reduzir a compra de versões falsificadas na internet. No Reino Unido, cabe aos farmacêuticos avaliar se o medicamento pode ser vendido em segurança a homens com mais de 18 anos. Ambos têm o mesmo princípio ativo e, quando aprovados para a mesma indicação, devem produzir o mesmo efeito terapêutico esperado no tratamento da disfunção erétil. O Sildenafil genérico tende a ser mais acessível, podendo custar em média entre 4 € e 6 € por unidade, enquanto uma embalagem de 4 comprimidos de Viagra 50 mg pode rondar os 60 €.
Para além da venda, os profissionais de farmácia dão aconselhamento sobre a disfunção erétil, o uso correto do fármaco, os potenciais efeitos secundários e a necessidade de consulta médica adicional. No entanto, existem restrições: o Viagra não pode ser vendido a homens com doença cardíaca grave ou alto risco cardiovascular, insuficiência hepática ou renal severa, ou que estejam a tomar medicamentos que possam causar reações adversas em combinação com o sildenafil. A recomendação padrão é a administração de 50 mg do medicamento, cerca de uma hora antes da relação sexual, não devendo ser tomado mais do que um comprimido por dia. Em Portugal, os detalhes para a implementação da medida e as regras para a dispensa do medicamento constam do protocolo publicado pelo Infarmed, que contou com a colaboração da Ordem dos Farmacêuticos na sua elaboração e é semelhante ao do Reino Unido. Segundo o Infarmed, a dispensa vai ser apoiada em ferramentas de prevenção de risco que incluem: “materiais de apoio à dispensa, nomeadamente um guia e uma checklist de apoio; um cartão para o utente, a ser dispensado após preenchimento da checklist, com a informação de que deve consultar o médico dentro de 6 meses (independentemente do medicamento ter sido dispensado ou não); a realização do estudo do tipo Registo (Patient Registry Study) pós-comercialização; e dispensa no máximo de uma embalagem de 8 unidades.
A nova classificação do Viagra em Portugal e dos seus genéricos como MSNRM não é consensual. Pedro Nogueira da Silva, médico urologista/ andrologista, tem algumas reservas. “Acho que, por princípio, é um mau princípio. Porque estamos a falar de um medicamento que, como todos os medicamentos, tem as suas indicações próprias e contraindicações. Por isso, não faz sentido permitirmos, vou chamar-lhe livre-arbítrio, o acesso sem uma pré-avaliação médica”, sustentou, frisando que a disfunção eréctil é uma doença que precisa de acompanhamento médico.
“O tratamento da disfunção erétil é mais do que tomar Viagra, porque dificilmente ela tem uma causa única. Pode ter causas, por exemplo, relacionadas com doenças psicogénicas”, argumentou. Porém, Hélder Mota Filipe, Bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, explica que a dispensa a comercialização não será feita ao balcão, mas sim num gabinete de aconselhamento que todas as farmácias já são obrigadas a ter e mediante regras. Segundo Hélder Mota Filipe, apesar de sildenafil passar a ser um MNSRM, o farmacêutico tem de aplicar o protocolo que obriga a despistar eventuais contraindicações, relacionadas com a saúde da pessoa, interações com medicamentos que possa tomar e reações adversas e aconselhar a visita a um médico para seguimento. Marca e fabricante: o Viagra é o medicamento original desenvolvido pela Pfizer, enquanto o sildenafil genérico pode ser produzido por diferentes laboratórios autorizados. Preço: o Viagra de marca costuma ter um custo mais elevado. Em Portugal, uma embalagem de 4 comprimidos de Viagra 50 mg pode rondar os 60€, enquanto o sildenafil genérico pode apresentar preços mais baixos, em média entre 4€ e 6€ por comprimido, dependendo da dosagem, da farmácia, do laboratório e da quantidade comprada. Aspeto do comprimido: o Viagra original é conhecido pelo comprimido azul em forma de losango. Os genéricos de sildenafil podem ter cores, formatos, marcações e embalagens diferentes, conforme o fabricante. Excipientes: os medicamentos genéricos podem conter ingredientes inativos diferentes, como aglutinantes, corantes ou lactose. Estas substâncias não alteram o princípio ativo, mas devem ser verificadas por pessoas com alergias, intolerância à lactose ou sensibilidade a determinados componentes. Disponibilidade: algumas dosagens, apresentações ou quantidades podem variar entre farmácias e plataformas autorizadas, o que pode influenciar a decisão de compra.
Quando aprovado pelas autoridades competentes, o genérico deve demonstrar bioequivalência em relação ao medicamento de referência, ou seja, atuar no organismo de forma comparável. A escolha entre Viagra original, sildenafil genérico ou outra alternativa deve considerar o preço, a segurança, as contraindicações, a dose adequada e a orientação de um médico ou farmacêutico.
As principais alternativas ao Viagra incluem outros inibidores da PDE5(tadalafil, vardenafil e avanafil), além do sildenafil genérico. Estas opções podem ser adequadas para utentes que não obtiveram o efeito esperado com o Viagra, sentiram efeitos secundários ou procuram uma solução mais compatível com a sua rotina e estado de saúde.
Aspeto do comprimido: o Viagra original é conhecido pelo comprimido azul em forma de losango. Os genéricos de sildenafil podem ter cores, formatos, marcações e embalagens diferentes, conforme o fabricante. Excipientes: os medicamentos genéricos podem conter ingredientes inativos diferentes, como aglutinantes, corantes ou lactose. Estas substâncias não alteram o princípio ativo, mas devem ser verificadas por pessoas com alergias, intolerância à lactose ou sensibilidade a determinados componentes. Disponibilidade: algumas dosagens, apresentações ou quantidades podem variar entre farmácias e plataformas autorizadas, o que pode influenciar a decisão de compra.
Quando aprovado pelas autoridades competentes, o genérico deve demonstrar bioequivalência em relação ao medicamento de referência, ou seja, atuar no organismo de forma comparável. A escolha entre Viagra original, sildenafil genérico ou outra alternativa deve considerar o preço, a segurança, as contraindicações, a dose adequada e a orientação de um médico ou farmacêutico. As principais alternativas ao Viagra incluem outros inibidores da PDE5(tadalafil, vardenafil e avanafil), além do sildenafil genérico. Estas opções podem ser adequadas para utentes que não obtiveram o efeito esperado com o Viagra, sentiram efeitos secundários ou procuram uma solução mais compatível com a sua rotina e estado de saúde. A escolha deve ser feita com acompanhamento médico ou farmacêutico, pois cada tratamento tem duração, início de ação, contraindicações e perfil de segurança próprios: Princípio ativo do Cialis, destaca-se pela duração prolongada, que pode chegar a 36 horas, sendo uma opção para homens que procuram maior flexibilidade na relação sexual.
Também existe em doses diárias mais baixas, indicadas em casos específicos, sempre com orientação médica. Conhecido como Levitra, tem uma duração de ação semelhante à do Viagra, geralmente entre 4 e 6 horas. Pode ser considerado em homens que não se adaptaram bem ao sildenafil ou que precisam de uma alternativa com perfil semelhante, mas com resposta individual diferente. Alternativa mais recente entre os inibidores da PDE5, tem como principal vantagem o início de ação rápido (entre 15 e 30 minutos), o que pode ser indicado para homens que valorizam maior espontaneidade. Contém o mesmo princípio ativo do Viagra e atua de forma idêntica. A escolha deve ser feita com acompanhamento médico ou farmacêutico, pois cada tratamento tem duração, início de ação, contraindicações e perfil de segurança próprios: Princípio ativo do Cialis, destaca-se pela duração prolongada, que pode chegar a 36 horas, sendo uma opção para homens que procuram maior flexibilidade na relação sexual.
Também existe em doses diárias mais baixas, indicadas em casos específicos, sempre com orientação médica. Conhecido como Levitra, tem uma duração de ação semelhante à do Viagra, geralmente entre 4 e 6 horas. Pode ser considerado em homens que não se adaptaram bem ao sildenafil ou que precisam de uma alternativa com perfil semelhante, mas com resposta individual diferente.
Os preços por comprimido partem dos seguintes valores: Viagra 25 mg: disponível em embalagens de 4, 8, 12, 24, 36 ou 48 comprimidos, com preços a partir de 14,09 € por unidade. É a dose terapêutica mínima, geralmente indicada em situações específicas, como insuficiência hepática ou renal grave e utilização de determinados medicamentos em simultâneo. Viagra 50 mg: disponível em embalagens de 4, 8, 12, 24, 36 ou 48 comprimidos, com preços a partir de 14,97 € por unidade. É a dose inicial mais habitual e, desde 2025, a única que pode ser dispensada sem receita nas farmácias portuguesas, mediante triagem farmacêutica obrigatória. Viagra 100 mg: disponível em embalagens de 4, 8, 12, 24, 36 ou 48 comprimidos, com preços a partir de 15,27 € por unidade.
É a dose mais elevada, indicada quando a dosagem de 50 mg não produz o efeito pretendido, sempre com orientação médica. Para uma alternativa mais económica, as versões genéricas com sildenafil estão igualmente disponíveis na Apomeds, em embalagens de 4, 8, 12, 24, 36 ou 48 comprimidos. Neste caso, os preços por unidade partem de: Sildenafil 25 mg: a partir de 5,86 € por comprimido; Sildenafil 50 mg: a partir de 6,07 € por comprimido; Sildenafil 100 mg: a partir de 6,28 € por comprimido. Estes valores devem ser interpretados como preços indicativos, uma vez que o custo varia consoante a quantidade escolhida. Por isso, antes de concluir a compra, convém confirmar o preço total da embalagem, o preço unitário e as condições incluídas no serviço.
Ambos têm o mesmo princípio ativo e, quando aprovados para a mesma indicação, devem produzir o mesmo efeito terapêutico esperado no tratamento da disfunção erétil. O Sildenafil genérico tende a ser mais acessível, podendo custar em média entre 4 € e 6 € por unidade, enquanto uma embalagem de 4 comprimidos de Viagra 50 mg pode rondar os 60 €. Marca e fabricante: o Viagra é o medicamento original desenvolvido pela Pfizer, enquanto o sildenafil genérico pode ser produzido por diferentes laboratórios autorizados. Preço: o Viagra de marca costuma ter um custo mais elevado. Em Portugal, uma embalagem de 4 comprimidos de Viagra 50 mg pode rondar os 60€, enquanto o sildenafil genérico pode apresentar preços mais baixos, em média entre 4€ e 6€ por comprimido, dependendo da dosagem, da farmácia, do laboratório e da quantidade comprada. Alternativa mais recente entre os inibidores da PDE5, tem como principal vantagem o início de ação rápido (entre 15 e 30 minutos), o que pode ser indicado para homens que valorizam maior espontaneidade. Contém o mesmo princípio ativo do Viagra e atua de forma idêntica. A principal diferença está no preço, sendo geralmente mais acessível. Para mais detalhes sobre as diferenças entre o Viagra original e o genérico, consulte a secção anterior. Embora existam várias alternativas ao Viagra, nenhuma opção deve ser escolhida apenas com base no preço ou na rapidez de ação. A disfunção erétil pode estar relacionada com problemas nos vasos sanguíneos, fatores hormonais, psicológicos ou medicamentosos, pelo que a avaliação profissional é essencial para definir o tratamento mais seguro e adequado. Viagra e os seus genéricos passam a ser vendidos sem necessidade de receita médica. ProtocoloEF Sildenafil_GuiaApoio_Checklist_CartãoDispensaEF (Versão 1.3) [Protocolo comprar viagra farmacia online de dispensa]. Aconselhamento sobre as melhores soluções a serem implementadas a nível técnico e de recursos humanos, otimizando o investimento; Acompanhamento de todo o processo de implementação do projeto incluindo os requisitos de pré-instalação; Solucionamento de eventuais problemas e/ou alterações solicitadas; Acompanhamento pós-projeto na implementação ou tradução de métodos anteriores para os novos métodos de análise; Acompanhamento na otimização dos métodos e consequente implementação do controlo de qualidade necessário. Se está interessado em receber uma cotação dos nossos serviços ou obter alguma informação adicional, daremos seguimento ao seu pedido num prazo máximo de 24 horas. O Infarmed- Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde já autorizou a venda do Viagra, na dosagem de 50 mg, sem necessidade de receita médica, mantendo, no entanto, a exclusividade de comercialização nas farmácias comunitárias. A decisão abrange todos os medicamentos cuja substância ativa seja o sildenafil, ou seja, também os seus genéricos, permitindo que passem a ser classificados como medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM). O Infarmed já publicou o protocolo que oficializa a medida e autoriza os laboratórios a comercializá-los sob essa nova classificação. Esta medida já está em vigor noutros países europeus como, por exemplo, a Noruega, Suíça, Polónia, e o Reino Unido. No caso britânico, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde justificou a decisão, implementada em 2017, com base numa consulta pública, bem como na avaliação de que os benefícios da acessibilidade do medicamento superavam os potenciais riscos. Além de facilitar o acesso ao tratamento da disfunção erétil, o objetivo era incentivar os homens a procurarem cuidados médicos e a reduzir a compra de versões falsificadas na internet. No Reino Unido, cabe aos farmacêuticos avaliar se o medicamento pode ser vendido em segurança a homens com mais de 18 anos.
| Característica | Viagra original | Sildenafil genérico | Outros genéricos |
|---|---|---|---|
| Princípio ativo | Sildenafil | Sildenafil | Tadalafil, Vardenafil |
| Preço médio | Mais elevado | 30-50% mais barato | Variável |
| Laboratório | Pfizer | Vários laboratórios | Vários laboratórios |
| Eficácia | Comprovada | Equivalente | Equivalente |
Para além da venda, os profissionais de farmácia dão aconselhamento sobre a disfunção erétil, o uso correto do fármaco, os potenciais efeitos secundários e a necessidade de consulta médica adicional. No entanto, existem restrições: o Viagra não pode ser vendido a homens com doença cardíaca grave ou alto risco cardiovascular, insuficiência hepática ou renal severa, ou que estejam a tomar medicamentos que possam causar reações adversas em combinação com o sildenafil.
| Tipo de tratamento | Frequência semanal | Custo mensal estimado | Comparticipação |
|---|---|---|---|
| Viagra 50 mg | 2 vezes | 55-65 € | Não comparticipado |
| Genérico Sildenafil 50 mg | 2 vezes | 25-35 € | Não comparticipado |
| Cialis 20 mg | 2 vezes | 45-60 € | Não comparticipado |
| Genérico Tadalafil 20 mg | 2 vezes | 20-30 € | Não comparticipado |
A recomendação padrão é a administração de 50 mg do medicamento, cerca de uma hora antes da relação sexual, não devendo ser tomado mais do que um comprimido por dia. Em Portugal, os detalhes para a implementação da medida e as regras para a dispensa do medicamento constam do protocolo publicado pelo Infarmed, que contou com a colaboração da Ordem dos Farmacêuticos na sua elaboração e é semelhante ao do Reino Unido. Segundo o Infarmed, a dispensa vai ser apoiada em ferramentas de prevenção de risco que incluem: “materiais de apoio à dispensa, nomeadamente um guia e uma checklist de apoio; um cartão para o utente, a ser dispensado após preenchimento da checklist, com a informação de que deve consultar o médico dentro de 6 meses (independentemente do medicamento ter sido dispensado ou não); a realização do estudo do tipo Registo (Patient Registry Study) pós-comercialização; e dispensa no máximo de uma embalagem de 8 unidades. A nova classificação do Viagra em Portugal e dos seus genéricos como MSNRM não é consensual. Pedro Nogueira da Silva, médico urologista/ andrologista, tem algumas reservas. “Acho que, por princípio, é um mau princípio. Porque estamos a falar de um medicamento que, como todos os medicamentos, tem as suas indicações próprias e contraindicações. Por isso, não faz sentido permitirmos, vou chamar-lhe livre-arbítrio, o acesso sem uma pré-avaliação médica”, sustentou, frisando que a disfunção eréctil é uma doença que precisa de acompanhamento médico.
“O tratamento da disfunção erétil é mais do que tomar Viagra, porque dificilmente ela tem uma causa única. Pode ter causas, por exemplo, relacionadas com doenças psicogénicas”, argumentou. Porém, Hélder Mota Filipe, Bastonário da Ordem dos Farmacêuticos, explica que a dispensa a comercialização não será feita ao balcão, mas sim num gabinete de aconselhamento que todas as farmácias já são obrigadas a ter e mediante regras.
Segundo Hélder Mota Filipe, apesar de sildenafil passar a ser um MNSRM, o farmacêutico tem de aplicar o protocolo que obriga a despistar eventuais contraindicações, relacionadas com a saúde da pessoa, interações com medicamentos que possa tomar e reações adversas e aconselhar a visita a um médico para seguimento.